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Conheça histórias e curiosidades sobre a maior maratona do mundo!

Criada em 1970, a NYC Marathon começou em volta do Central Park e hoje atravessa os cinco distritos de Nova York. Veja mais curiosidades. 

A Maratona de Nova York, ou NYC Marathon – como queiram – é, de fato, a maior maratona do mundo. Em 2017, 50.773 pessoas completaram a prova de 42,1km que corta os cinco bairros de Nova York. O que podemos esperar em 2018?

A New Balance  entrou nesse cenário como patrocinadora apenas em 2017. Mas antes disso a prova já tinha marcado história como a maior maratona de rua do mundo, superando os números de Berlim, Londres e Roterdã, outras bem conhecidas no circuito europeu.

Sabendo da importância do evento no cenário mundial da corrida, decidimos pontuar uma lista de curiosidades sobre a criação e a consolidação da Maratona de Nova York como um evento único no calendário. Veja a seguir!

A primeira disputa

Criada há 48 anos atrás por Fred Lebow e Vincent Chiappetta, a primeira maratona, disputada no ano de 1970, aconteceu ao redor do Central Park. Na época, o valor da inscrição foi equivalente a US$ 1 e o orçamento total para o evento foi de US$ 1.000, de acordo com o que está site oficial da maratona.

Fred Lebow, responsável pela criação da prova na década de 1970 (Foto: divulgação / NYRR)

Foram, ao todo, 127 participantes, dos quais apenas 55 homens concluíram a prova. A única mulher que participou do percurso não conseguiu completá-lo. Oito anos depois, em 1978, com a disputa já nas ruas de Nova York, coube à norueguesa Grete Waitz ficar em primeiro lugar com direito a recorde mundial  – 2h32min30s – no feminino.

Maratona na rua

Foi apenas em 1976 que Fred Lebow conseguiu organizar mais de 2 mil pessoas para invadir as ruas de Nova York e atravessar os cinco distritos ao longo do trajeto. Nessa oportunidade, o norte-americano Bill Rodgers foi responsável por quebrar o recorde do evento.

Seria ele, inclusive, o primeiro atleta a se tornar tricampeão da Maratona de Nova York no ano de 1979. Entre as mulheres, a tríplice foi conquistada por Grete Waitz em 1980.

Corrida contra o tempo

O ano de 1992, com certeza, guarda um dos momentos mais memoráveis da história da Maratona de Nova York.

Foi nesta edição que o principal idealizador, Fred Lebow, então com 60 anos, participou da prova e completou o trajeto em 5h32min34s como símbolo de sua luta contra um câncer no cérebro, doença que lhe custou a vida dois anos depois.

Corrida contra o terrorismo

Em 2001, o clima era de derrota. E não é para menos. Em setembro, o Estados Unidos sofreu um dos maiores ataques terroristas da história com a queda do World Trade Center e a morte de centenas de pessoas.

O espírito comunitário da NYC Marathon nunca se provou tão forte. Apenas dois meses após a tragédia, milhares de norte-americanos foram às ruas e assistiram a vitória de Deena Drossin, prata da casa, finalizando a prova em tempo recorde de 2h26min58s.

O único cancelamento

Em 48 anos de existência, a corrida não foi realizada apenas uma vez. Em 2012, os prejuízos provocados pelo Furacão Sandy impediram a realização da Maratona de Nova York.

Rajadas de vento de até 180 km/h acompanharam o ciclone tropical que atingiu a costa leste dos Estados Unidos, incluindo os estados de Nova York e Nova Jersey.

Por conta da tormenta, os participantes puderam escolher entre o reembolso da taxa de inscrição e a gratuidade na participação seguinte.

Brasil no topo do pódio

A bandeira verde e amarela só esteve no lugar mais alto do pódio em duas oportunidades. E graças a mesma pessoa.

Marilson Gomes dos Santos, tricampeão da São Silvestre e Ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, venceu a NYC Marathon por duas vezes – em 2006 e em 2008.

Inclusive, é uma das maiores inspirações de Fredison Costa, maratonista brasileiro que participará pela terceira vez na Maratona de Nova York neste ano. Se você ainda não conferiu este bate-papo exclusivo, acesse aqui.

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